quinta-feira, 21 de junho de 2012

O COMPUTADOR VAI SUBSTITUIR O PROFESSOR?

                             ATIVIDADE 5.1- O COMPUTADOR VAI SUBSTITUIR O PROFESSOR?

1- Quais as características que diferenciam a sociedade atual? Concordam com o termo sociedade da informação? Quais são as outras denominações utilizadas?
          Ao compararmos a sociedade atual com a do passado notamos uma profunda diferença referindo-se principalmente às mudanças que a informática provocou. Nas últimas décadas as navegações em rede revolucionaram o processo de aquisição do conhecimento, proporcionando cooperação, construção, partilha de saberes e atualização desses conhecimentos. Essas ferramentas provocaram intensas mudanças sociais e econômicas no seio da sociedade mundial à partir da popularização das TICs.
          A sociedade passou a ser conhecida como sociedade da informação ou do conhecimento, associada ao termo globalização.
          O termo informação é mais restrito do que conhecimento, que reflete melhor o significado das mudanças e evolução que as TICs  possibilitaram para o homem nessa nova sociedade.

2- Será que o computador irá substituir o professor? Justifique sua resposta.
          O professor sempre foi e sempre será insubstituível. A internet, TICs, web, etc., e coisas do ramo são excelentes ferramentas que vem auxiliar e muito nossa tarefa, o que muda é o papel do professor. Deixa de ser função inerente transmissor de conhecimentos, pois este é e será cada vez mais dos meios de informações e comunicações digitais.O professor passa a ter funções de coordenador, problematizador, dinamizador, promotor de discussões, debates, etc.
          Também outra questão que cabe ressaltar é que o mundo escolar de hoje exige do professor mais estudo e preparo, para ter condições de discutir e auxiliar seus alunos.

3- Qual a palavra escolhida para sintetizar a mensagem d o texto?
          Cooperação. Uma interação do grupo para o crescimento pessoal e social.

4- Qual o papel do professor nesse novo contexto informacional, segundo Andréa Cecília Ramal?
          O novo professor, nesse novo contexto, da era da informação ou do conhecimento, passa por uma grande transformação, deixa de ser o centro da educação. O conhecimento e a informação passa para a formação e construção coletiva, numa interação e socialização, onde ao professor cabe a tarefa coordenador, sistematizador, orientador, etc.

sábado, 9 de junho de 2012

LEITURA E ESCRITA DIGITAL

          A apropriação da leitura e da escrita da linguagem, faz parte da formação do cidadão para poder pensar em inclusão social. O desenvolvimento da linguagem falada e escrita foi e é fator primordial para o desenvolvimento humano. Torna-se função e responsabilidade da escola, em especial, o acesso dos alunos na aquisição desses saberes.
          Para apimentar essa relação surge atualmente a leitura e a escrita digital, que apresenta características diferenciadas da leitura e escrita manual. Precisamos refletir e analisar o papel dessas novas ferramentas nas produções textuais e formação cultural e os entraves que possivelmente poderá proporcionar nesse processo.
          A leitura e a escrita digital traz um enorme avanço e um campo repleto de novas possibilidades e facilidades, mas cabe ao professor fazer o meio campo e direcionar essa ferramenta para a formação e construção crítica de conhecimentos e saberes para não cair no “engodo do papagaismo”, ou seja, mera repetição, o famoso “ctrl c e ctrl v”. É uma ferramenta riquíssima, embora não é o conhecimento em si, este precisa ser elaborado, construído e reconstruído e para isso o professor deverá dispor de metodologias e estratégias próprias do seu fazer pedagógico. A adoção de um laboratório de informática e a utilização de novas tecnologias, por si só, não salvarão a educação, o que realmente vai fazer a diferença é a postura do professor.
          Este texto não tem a utopia de desmistificar todas as inter/relações entre a leitura e a escrita manual e digital, mas sim potencializar uma discussão acerca deste tema crucial para nossos tempos, de grandes transformações sociais e culturais, onde a escola assume a centralização nessa caminhada para que a tão esperada inclusão aconteça com maior intensidade.